Jesus - Meu melhor amigo.

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Irecê, Bahia, Brazil
O que eu sinto, eu não ajo. O que ajo, não penso. O que penso, não sinto. Do que sei, sou ignorante. Do que sinto, não ignoro. Não me entendo e ajo como se me entendesse. (Clarisse Lispector)

Me envolva toda em seus braços,e eu serei o perfeito AMOR ...

Eu,por eu mesma.

Eu,por eu mesma.
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...Ou toca, ou não toca.

Homenagem ao mestre





Para nossa homenagem ao mestre, escolhemos a Profª Sheila Briano de Oliveira, pós graduada em neuropsicologia educacional pela ISAL - Instituto Superior de Educação da América Latina. Possuiespecialização em educação especial na perspectiva inclusiva, pela UNEB. Graduação em pedagogia pela UNEB. Em 2008 foi aluna especial do mestrado da FACED/UFBA na disciplina- Deficiência, Educação e sociedade. Tem experiência na área de educação, atuando principalmente com os seguintes temas: Educação especial, educação inclusiva, prática pedagógica e AEE- atendimento educacional especializado.



MEMORIAL EDUCATIVO DE SHEILA BRIANO

1.Me conhecendo...

A primeira de uma nova geração.Do lado materno a primogênita a ser apresentada a família Briano, de origem italiana , onde as mulheres costumavam casar cedo. Surgi de uma união de dois jovens que pretendiam sair da zona rural - do sítio, como se fala  na língua regionalista da cidade pernambucana: Arcoverde. A mesma que meus pais se conheceram e findaram raízes, a procura de educação escolar(a que se refere a instituição), trabalho e como eles mesmo dizem: “um rumo na vida.”
A educação de minha mãe, a senhora Maria Eunice Briano de Oliveira, foi iniciada por minha avó materna Maria de Lourdes Barboza Briano, a qual fora professora por bons anos e decidiu educar os seus filhos em casa, já que deixou a profissão assim que casou-se, acredito que tal fato tenha se restringido ao machismo e pulso forte de meu avó Manoel Matias Briano, porém um homem amável com suas netas e netos. O meu lado paterno, o qual mais identifico e me vejo, sempre aos olhos do senhor Severino Jóse de Oliveira, que foi uma criança sofredora, assim como muitas crianças que nasceram no sertão nordestino. O meu avó paterno, o qual tenho extrema saudade e que tenho as melhores lembranças da minha infância e da
sua   imagem íntegra, simples e o  seu  olhar de respeito.Um homem que passava sua mensagem através de um olhar fixo. O mesmo, que sofrera por amar uma moça chamada Maria Alves da Silva, a mesma que viera a ser tempo depois sua esposa, mas sofrera por ser pobre, não ter tido a mesma condição educacional e social que sua amada. A família de nossa Vó Nina ( como carinhosamente gostava de ser chamada), não aceitava o rapaz pobre: José Tavares da Silva. No entanto enfrentaram suas famílias e consumaram a união com perseverança e muita dificuldade. Em uma destas, acabaram por deixar seus filhos com diferentes parentes, para enfrentarem à seca que ora castigava a família. Venceram-na , conseguiram reunir novamente a família e vieram em busca de uma melhor condição de vida na Bahia. Inicialmente passaram pelo pequeno povoado de Tanquinho e logo após a cidade de Irecê: a capital do feijão! Que prosperava na década de 80. Foi nesta época que assim que todos se estabeleceram, nesta cidade, meu pai voltou à Arcoverde, com Vó José, para vender algumas “cabeças de boi”, com a finalidade de enviar dinheiro aos seus filhos, para que pudessem dar início a uma nova jornada. Durante a viagem, o sonhador Severino, ficou na cidade e seu pai voltara a Irecê, aquele conheceu a bela Eunice, que a vida a fez uma mulher de pulso forte.A primogênita de um casamento de amor, ao contrário da união de seus avós paternos que tal consumação foi feita de uma união arranjada,como culturalmente se fazia na década de 30. Casaram-se na bela cidade , e resolveram construir uma nova vida em Irecê.Eu já estava no ventre da jovem de vinte anos e ao nascer fui motivo de muita choradeira e espanto, por apresentar pouco peso: dois quilos e novecentas gramas e cinqüenta e um centímetros de comprimento; magrinha pra ser exata.Meu pai se recorda de ter observado os meus dedos da mão e com espanto disse: “Oh, meu Deus!Será que amanhã vai está mais bonitinha?”. E com o passar dos anos, Deus ouviu meu pai e fui melhorando, até engordei um pouquinho e me transformei em uma criança cheia de mimos e atenção de todos os lados; quer dizer, até chegar uma irmãzinha: a Queila e depois o irmãozinho Enio. Depois me acostumei com a situação e fiz de minha melhor amiga a prima Denise Karla, a qual tenho grande amor e admiração, a mesma que fiz ou ela se fez, de um porto de segurança, onde me defendia em todos as ocasiões e em todas as brincadeiras.Somos cúmplices de uma amizade inigualável. A brincadeira que mais gostava, era a de: “- Vamos brincar de escolinha!”.Adorava esta frase. Todos os domingos, todas as primas e primos nos reuníamos na casa de tia Norma, irmã do meu pai, o qual ficava ao lado da casa de vó Maria, para brincar.
Me recordo que todas as sextas-feiras, eu, minha irmã Queila e minha prima Pollyana ficávamos na  porta da secretaria da escola A Casinha Feliz, onde estudávamos, esperando as tarefinhas da semana, que eu havia visto certa feita, que sobrava e pedi a pró Neuralva, a diretora da escola, que junta-se as durante a semana para que pudéssemos levá-las para brincar de escolinha aos domingos, e expliquei o fato (...). Esta concordou. E a primeira sexta-feira foi
esperada com ansiedade. E todos os domingos eram uma festa.
Minha infância se estendeu até os doze anos de idade, onde ainda esperava Papai  Noel, e ao descobrir que ele não existia fiquei bastante triste por achar que haviam mentindo para mim, assim como: “Se passar direto, no final do ano vai ganhar uma bicicleta e / ou um quadro para brincar de escolinha.”Frases estas,que nunca se transformaram em concretas, a não ser quando resolvi concretizá-las com meu próprio esforço e as várias aulas particulares que comecei
dando a algumas primas, quando sentiam dificuldade em determinada matéria e até mesmo os meus colegas de colégio, onde aprendi lidar como o “valor material”e adquiri-lo para sobrepor uma “carência de imposição”. “Se fizer isso. ..ganhará aquilo.” Por fim superei tal fato, o que me ajudou a aprender e perceber as coisas e o modo como as pessoas ao meu redor me vêem. A questão do respeito mútuo. Acredito fielmente que nenhuma situação ou “frase pronta”, seja por um acaso. Esses instrumentos têm uma intencionalidade e devemos tirar proveito de sua
mensagem subliminar e ter uma visão crítica sobre esta.

2. Prazer: me chamo Escola.

O prazer de vir à escola, não foi algo imediato, creio que tinha medo do novo do que estava por vir... De ficar longe de meus pais, mesmo que por algumas horas (mas também não tinha noção deste “tempo”). Chorava bastante, e como relata minha mãe, esta ficou mais ou menos duas horas a minha companhia para que me acalmasse e começasse a “entrosar” com a turma.
A instituição que meus pais escolheram foiA Escola A Casinha Feliz, a qual comecei a freqüentá-la aos três anos de idade. Onde comecei a partir da qualificação da época: jardim I a II, alfabetização, e de 1º a 4ª série do ensino fundamental. Neste período me destacava pelas boas notas e pela habilidade com a pintura e de estar sempre participando da organização das festinhas, onde adorava ajudar as Prós na ornamentação da escola, onde criava alguns apetrechos, com a orientação da professora Neuralva, esta que estimulou tal habilidade. Isto ocorreu a partir da alfabetização. Recordo que na 3ª série esta mesma professora, pensava em comemorar o dia da criança, onde ela, eu, e minha prima Pollyana criamos juntas algumas idéias: fizemos show da Xuxa, show de calouros, desfile... Que eu adorava!
No início, quando me deparei com a educação infantil - o jardim I, II e III à alfabetização, sentia tremenda dificuldade em aprender todo o alfabeto, pois quando chegava em letras com o: f (fê), g (guê), j (ji), l (lê), m (mê); não compreendia já que minha mãe me ensinava: f (êfe), g (gê), j (jota), l (êle), m (êmi), como esta aprendera em seu estado natal. E me encontrava em um dilema: “Mainha, a pró disse que tá errado, que eu não sei falar!” O outro lado dizia: “Sheila, não é assim! Ela está ensinando errado: - afinal, acreditar em quem?! Se ambas eram pessoas de referência em minha vida. Por causa de tal questão dei um bom trabalho a minha mãe, na hora de fazer as tarefas de casa, e quando o esta faltava o “paciência de Jó”, minha madrinha Mara, a qual pa-ci-en-te-men-te me ajudava, tentava desconstruir tal confusão.
Minha mãe recordou - se da dificuldade de esta tentar passar para mim o método a Casinha Feliz, assim:pa-pa-pai- papai.
As turmas as quais fiz parte, sempre expressaram atenção nos ditados de palavras, depois da apresentação de texto da família A Casinha Feliz, uma leitura continuada, havia ainda os cadernos de caligrafia e as aulas de tabuada, que sempre expressávamos medo, da reação da professora e dos colegas.
Nossa sala ficava em frente à sala da diretora e volta e meia, ela passava “aquele olhar...” Sentávamos em fileiras, os bons alunos sempre sentavam na frente, e os que sentavam no lado esquerdo ou no fundo apresentavam certa dificuldade de aprendizagem, mas só percebemos isso com maior clareza a partir da 2ª série em diante onde o professor de matemática começava a classificar excluindo - os,identificando - os e dando pouca atenção a estes. Logo, logo a nossa diretora percebeu e a substituiu. Por algumas vezes mudávamos bastante de professoras, mas nem sempre vinham nos relatar o por quê.

3. Ih! Mais matérias.Ah! Vou estudar no CCAA!!!

Assim que ingressei no Ensino Fundamental da 5ª a 8ª série, ao contrário da educação infantil - não via a hora de estudar no Colégio Cláudio Abílio Aragão. Ele tinha uma bela história pra mim, pois minha mãe havia estudado nele, e eu adorava a idéia de estar no mesmo lugar que ela estudou. Era um sonho!
Porém não soube lidar com a “falta de atenção” dos professores, éramos um número maior.
E já não entendia como poderia lidar com a saudade do carinho das Prós da  Casinha Feliz, pois as professoras do Colégio eram brigonas e sérias.Sentia tremenda dificuldade de acompanhar o rítimo da turma. E acabei sendo reprovada na 5º série, fiquei bastante triste, pois fiz minha mãe ficar brava, e pensava: “Será que mainha vai me levar pra Pernambuco?” Ela fez disso uma “pressão psicológica”, para que me esforçasse mais no ano seguinte...E deu certo!Na nova 5º série eu era colega da minha irmã, e ficávamos meio que em constante competição, passamos direto todo o ginásio.
A 7º série foi à época mais marcante, foi quando voltei a ficar na mesma sala de minha prima Denise, fazíamos tudo juntas, foi a época também das “descobertas e das dúvidas”.Tivemos uma professora maravilhosa, ela se chamava Graciete e lecionava Geografia, era a única que fazia a diferença.Conversava conosco tinha aulas divertidas, o que conquistava a nossa atenção. Durante dois anos participamos de discussões grandiosas de ordem política, e em uma de suas aulas próximas a Gincana do colégio organizamos a Equipe Fomília, onde tentávamos apresentar a realidade das
famílias pobres do Brasil. Já na 8º série as discussões políticas continuavam, foi o ano do Plebiscito Brasileiro, organizamos no colégio uma eleição discutimos propostas, levantamos questões sobre o que significava: monarquia, parlamentarismo e presidencialismo. Cada uma com suas chapas e seu poder de persuadir. Foi um momento único que envolveu toda classe estudantil daquela instituição, fizemos cartazes, instigamos os colegas à discussão, enfim foi uma verdadeira aula de democracia. Por fim, tudo transcorrerá bem, agora dávamos início ao tão sonhado Ensino Médio, era chegada à hora de nos preparar  para o Vestibular.


4. E agora o que vou escolher? O que vou ser?

Continuei no CCAA, o lema desta instituição, sempre foi: ingressar os seus alunos na Universidade.E essa idéia partia na prática dos estudos desde o primeiro ano do Ensino Médio.
Não senti dificuldades no 1ºano, porém a tal da Física começava a me perseguir. Já no 2º ano, exatamente no início da quarta unidade, quase passada, algo que se relacionou com o meu lado afetivo, me fez perder o interesse pelos estudos. Prestes a fazer as provas finais me deixei abater pelo quadro efêmero de meu avô paterno, e que depois veio a desencarnar.O que desequilibrou a mim e Denise (ainda estudávamos juntas), fiquei de final em física e química, e não tive condições de passar, ao menos respondera toda prova. Foi a partir daí que as coisas começaram a tomar um rumo errado.Fui reprovada. E como na 5º série eu pensei na reação da minha mãe, esta que se esforçara tanto todos estes anos para nos dar a melhor educação possível e que às vezes fizera alguns sacrifícios junto ao meu pai para que não nos faltasse nem o material escolar. Então sua reação foi imediata: “Você vai para o Polivalente!".Fiquei quieta, afinal que direito eu tinha de contradizê-la.
Então colocaram, eu e meus irmãos na escola pública.Por outro lado nossa condição financeira estava delicada, nossa família havia gastado muito com as idas e vindas do estado grave de Vô José.Entrei na escola pública de forma ruim, e hoje tento dedicar o melhor de mim a ela.
Ao chegar no Colégio Estadual Polivalente, foi um choque, percebi que os professores em sua maioria: "vomitavam a aula”, algo totalmente diferente que havia vivenciado no CCAA.Foi então que resolvi ajudar os meus colegas de classe, pois tal situação não poderia mais se agravar. Passei então a dar aulas, chegávamos mais cedo e começávamos a ver o assunto antes do professor e provocávamos uma discussão.A partir daí organizamos encontros para estudar. Mas ainda não estava feliz. Todas as noites eu e minha irmã voltávamos para casa chorosas como começávamos a relatar, que alguns colegas e até professores no condenavam por tal ajuda, diziam eles: "- Vocês gostam é de se mostrar, só por que vieram do Cláudio Abílio”. Decerto, que infelizmente uma maioria pensava dessa forma. Afinal, tudo é um aprendizado, assim com o trabalho em família. Eu e meus irmãos, por exemplo, começamos a aprender a trabalhar por influência de nosso pai, o qual tem como profissão o amor à fotografia, e que eu herdei.
Certo dia fui com ele tirar algumas fotografias no CCAA, e me deparo com Edivan o vice-diretor da época (no ano de 1999), e este perguntou o por quê que eu não estava naquela instituição, contei-lhe toda história e este resolveu me presentear com uma bolsa de estudos para que conclui-se o ensino médio, eu e meu pai não acreditávamos, aceitei na hora. Ao chegar em casa contei a novidade a minha mãe, esta chorou de alegria, pois sabia como o ensino do CCAA, era importante para mim. Conclui o ensino médio e com a perspectiva de me tornar uma profissional que ama o que faz e atuar de forma transformadora.

5. Em busca da realização profissional.

No ano de 2000, assim que conclui o 3º ano do Ensino Médio, prestei vestibular (UFBA e UFPB) por duas vezes para Psicologia, área que me fascina, por trabalhar a mente humana de forma singular. E devido a uma "deficiência" na disciplina de física, sempre zerava suas provas.Sempre apreciei as áreas de humanas e exatas as quais me qualificava bem. Entre um vestibular e outro meus pais sempre frizavam: “- Sheila, o seu negócio é ensinar, faz Pedagogia”.Confesso que não aceitava tal sugestão por achar que era apenas minha mãe, querendo a filha ao seu alcance. E resolvi entrar no Curso Visão (cursinho pré-vestibular) e fazer o vestibular de Pedagogia na UNEB. Assim que professor Jorge Rodrigues ficou sabendo de tal feito, me procurou para oferecer o seu colégio para que eu estudasse gratuitamente no 3º ano como aluna assistente, a fim de aperfeiçoar meus estudos e de incentivar os demais colegas pré-vestibulandos. Adorei a idéia e prossegui. No final do ano fiz as provas da UNEB, ao ver o resultado do vestibular chorava compulsivamente-VITÓRIA! E a partir do 1º semestre, ainda não havia me encontrado dentro do âmbito da universidade, sentia a necessidade de ver todas as maravilhas que nossos mestres tentavam nos descrever: a sala de aula.
A partir do 2º semestre joguei com a sorte e fui em busca deste desafio e hoje no 5ºsemestre me sinto realizada, mesmo sem ter terminado o curso de Pedagogia. A cada planejamento, a cada nova situação em classe, vejo à transformação e realização que tanto almejava no ensino médio. E em todas as minhas aulas, tento passar para meus alunos esse amor ao que faço e principalmente a autonomia, o direito a discussão e a democracia, instrumentos usados durante toda a minha vivência educacional.










Atuação Profissional:

 *Em 2003 trabalhou na escola municipal Odete Nunes Dourado como professora, e também estagiou na escola cooperativista de Irecê como assistente de sala de aula.
 *Em 2004 trabalhou na fundação Bradesco como profª substituta. de 2005 a 2008 foi orientadora educacional voluntária na Associação de pais e amigos dos excepcionais - APAE, assumiu as seguintes funçoes na instituição; Assistente voluntária da sala de Estimulação precoce( educação infantil) de 2006 a 2007 foi diretora escolar e de 2007 a 2008 foi orientadora educacional.
  *De 2007 a 2009 trabalhou na Direc na coordenação de educação
 *Em 2009 foi profª da EJA( educação para jovens e adultos) nas disciplinas de português e matemática na Escola Municipal Zenália Dourado Lopes
 *Em 2009 passou a trabalhar na Secretaria de educação do município de Irecê, como coordenadora de orientação especial.
 *Também é profª na UNEB, no curso de Pedagogia.




A arte de viver é a arte de conviver.

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