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O que eu sinto, eu não ajo. O que ajo, não penso. O que penso, não sinto. Do que sei, sou ignorante. Do que sinto, não ignoro. Não me entendo e ajo como se me entendesse. (Clarisse Lispector)

Me envolva toda em seus braços,e eu serei o perfeito AMOR ...

Eu,por eu mesma.

Eu,por eu mesma.
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...Ou toca, ou não toca.

Eu e ela: a língua portuguesa.

"Ensinar tudo a todos."

 
  
 A língua portuguesa é imensamente rica, sendo assim, os métodos utilizados para ensina-la devem ser de equivalente valor. O português deve ser valorizado inicialmente por cada um de seus falantes, começando por não desprezar as variações existentes dentro dessa língua em diferentes culturas.

  Já que estamos falando de língua portuguesa, porque não começar refletindo sobre os lugares onde devemos aprender a emprega-la? Será que as nossas escolas estão capacitadas para fazer de seus alunos cidadãos críticos dentro do próprio tema que é a língua portuguesa? Para que isso aconteça o indivíduo deve estar livre de qualquer preconceito, o que infelizmente não acontece, afinal as próprias escolas, de forma despercebida, nos deixam essa herança terrível que é o preconceito linguístico.
Ninguém comete erros ao falar sua própria língua materna, assim como ninguém comete erros ao andar ou ao respirar. Só se erra naquilo que é aprendido, naquilo que constitui um saber secundário, obtido por meio de treinamento, prática e memorização: Erra-se ao tocar piano, erra-se ao dar um comando ao computador, erra se ao falar-escrever uma língua estrangeira.
Desta forma podemos afirmar que o homem é uma “ilha” cercada de linguagem por todos os lados.

Segundo Bagno (1999), uma vez que a língua está em tudo o professor de português é professor de TUDO (alguém já disse que talvez por isso que o professor de português devesse receber um salário igual à soma dos salários de todos os professores!), ensinar bem é ensinar para o bem. Ensinar para o bem significa respeitar o conhecimento intuitivo do aluno, valorizar o que ele já sabe do mundo, da vida, reconhecer a língua que ele fala a sua própria identidade como ser humano; Ensinar para o bem é acrescentar e não suprir é elevar e não rebaixar a auto-estima do indivíduo.




A linguagem que utilizamos não transmite apenas nossas idéias. Transmite também um conjunto de informações sobre nos mesmos. Certas palavras e construções que empregamos acabam “denunciando” quem somos socialmente: Por exemplo, em que região do país nascemos, qual o nosso nível social, escolar, nossa formação e, às vezes, até nossos valores, circulo de amizades.
Assim, a língua é um poderoso instrumento de ação social. Ela pode tanto facilitar quanto dificultar o nosso relacionamento com as pessoas e com a sociedade em geral.
O ensino da língua culta, na escola não tem a finalidade de condenar ou eliminar a língua que falamos em nossa família ou em nossa comunidade. Ao contrario, o domínio da língua culta, somado ao domínio de outras variedades lingüísticas, torna-nos mais preparados para nos comunicarmos. Saber usar bem a língua equivale, a saber, empregá-la de modo adequado as mais diferentes situações sociais de que praticamos.
Nessa ótica, gostaríamos de apresentar uma estrofe do poema de Carlos Drummond:

Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir La fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortado,
do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.

Nesta estrofe Drummond deixa transparente a mudança lingüística de região, de classe social e individual. A língua, enquanto fato social é um fenômeno ao mesmo tempo dinâmico e conservador. É conservador porque necessita manter certo grau de uniformidade para permitir a comunicação em uma dada comunidade lingüística; é dinâmico porque se modifica com o tempo, estando também sujeito às influências regionais, sociais e estilísticas responsáveis pelos processos de variação lingüística.Certa tradição cultural nega a existência de determinadas variedades lingüísticas dentro do país, o que acaba por rejeitar algumas manifestações lingüísticas por considerá-las deficiências do usuário. Nesse sentido, vários mitos são construídos, a partir do preconceito lingüístico.



 
  Para reverter esse quadro é necessário que haja uma parceria entre as escolas, pais, professores e governantes.É preciso que todos tenhas sensibilidade para perceber que essa é uma ação social e não apenas pedagógica.
    As escolas devem ensinar os seus alunos a respeitarem e a lidarem com as diferenças, com professores imparciais e capacitados, principalmente, com um olhar crítico sobre a realidade brasileira. Afinal nenhuma escola pode ser interativa se não valorizar e entender a experiência e o meio em que vive cada um de seus alunos.

Autoras: Dafne Mendes, Deisiane Alecrim, Glaucivone Barreto, Solange Porto, Nelcimare Duarte,Zulene Buique.

7 comentários:

  1. Mare.. tu ta online??? preciso falar com tu...
    se tu tiver meu msn é deisimelo@hotmail.com

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  2. O seu grupo desenvolveu um belo trabalho,
    é muito díficil hoje em dia se ensinar português. Mas a vida nos ensina a encara as dificuldades e persistir...
    As imagens utilizadas me chamaram bastante atenção, principalmente a do "ceja bem vindo.."
    Mas isso é uma fatalidade mesmo, porque não precisa ir longe para você se deparar com erros ortográficos, erros tão grosseiros. Espero que possamos aprender muito para transmitirmos aos nossos futuros alunos ensinamentos que eles levem para o resto da vida e para que não cometam erros como esse!
    Um bjinho, Carol Alves.

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  3. Concordo com vocês quanto: "o domínio da língua culta, somado ao domínio de outras variedades lingüísticas, torna-nos mais preparados para nos comunicarmos".Porque, temos que nos adaptar as mais variadas ocasiões.E que se for para deixar de lado a lingua materna,que seja gradativamente.E desta maneira criaremos falantes cultos sem atropelar as culturas deleticas regionais.

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  4. O texto de vcs ficou muito bom:Concordo plenamente quando vcs dizem que,não podemos desprezar as variações da língua em diferentes culturas.

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  5. O seu grupo trouxe uma questão bem interessante que é o preconceito linguistico. Temos que respeitar a cultura de cada um, não podendo assim, ignorar que cada região, cada lugar de acordo com a sua cultura tem a sua própria maneira de se comunicar. Também penso que a educação não é só uma questão pedagógica e sim uma questão social, já que é na sociedade que nos tornamos cidadãos.

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  6. Mari ficou ótimo o trabalho de vocês.Falaram muito sobre o preconceito linguístico, algo que muita gente vê como uma coisa errada, mas que na verdade não é; o que existe mesmo são várias formas de linguagem, sendo que todas têm a sua origem, não significando que exista a certa ou a errada, mas sim que cada região, cidade, estado ou país possuem suas tradições que são diferentes umas das outras, mas que devem ser respeitadas e entendidas por todos nós.

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  7. Belo trabalho. E uma questão importante que vocês falaram bastante é essa da variação lingüística, que é muito importante pra cada cultura e não podemos despreza.
    Valeu meninas Parabéns.

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