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O que eu sinto, eu não ajo. O que ajo, não penso. O que penso, não sinto. Do que sei, sou ignorante. Do que sinto, não ignoro. Não me entendo e ajo como se me entendesse. (Clarisse Lispector)

Me envolva toda em seus braços,e eu serei o perfeito AMOR ...

Eu,por eu mesma.

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Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...Ou toca, ou não toca.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Relatório de Observação:

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB
DCHT – CAMPUS XVI – IRECÊ


RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DE PRÁTICA DOCENTE.

NELCIMARE LACERDA DUARTE FERREIRA


IRECÊ
2011


AGRADECIMENTOS:
Agradeço em primeira instância a Deus, afinal sem a Sua permissão nada é possível. Ao meu esposo, companheiro e amigo por me apoiar e me dá forças em minha caminhada acadêmica, a minha filha, razão do meu viver que me enche de alegria e estímulo e renova as minhas energias (...). A equipe gestora da escola Joel Americano Lopes pela compreensão e solidariedade. E por fim as minhas colegas Deisiane e Zulene por compartilharem comigo essa atividade tão necessária para a nossa formação profissional.

                                              INTRODUÇÃO
Este relatório tem a finalidade de apresentar a experiência da prática de ensino docente na disciplina de Língua Portuguesa, vivenciadas no período de observação na Escola Joel Americano Lopes, situada na Rua 03 de fevereiro, Bairro São José – Irecê – Bahia; atendendo a uma exigência da grade curricular da Universidade do Estado da Bahia – UNEB do Curso de Licenciatura em Letras com Habilitação em Língua Portuguesa.
                                           DESENVOLVIMENTO:
As etapas que antecedem à prática de ensino docente são basicamente a observação. Anteriormente, ao período de observação da prática docente, foi realizada uma visita a escola para a realização da análise do espaço físico. A escola dispunha de data show, aparelho de som, aparelho DVD, ventilador, quadra esportiva, área para lazer e para jogos.
Segundo, a equipe gestora da Instituição, a Escola Joel Americano Lopes, a princípio, pertencia ao estado sendo posteriormente municipalizada. Na mesma conversa nos foi relatado que a escola atende alunos de Ensino Fundamental como também Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A equipe gestora da Instituição nos relatou que os docentes da escola estão comprometidos em que seus alunos desenvolvam suas competências e habilidades, preparando-os para uma vida profissional qualificada e que atenda aos anseios da sociedade da qual fazem parte.
A atividade de observação de uma docente graduada na área de letras, com sua vasta experiência, permitiu reafirmar que nos dias atuais, o professor não é o dono do conhecimento, mas é aquele que tem definido o seu papel de subsidiar seus alunos na construção efetiva do saber, Como mediador do conhecimento, o professor utiliza sua posição docente para despertar em seus alunos a curiosidade, ensinando-os a pensar, a serem persistentes e terem o respeito consigo mesmo e com o seu próximo.
Nessa fase da observação, tornou-se evidente a concepção de que o professor hoje desempenha vários papéis, todos de grande importância para o desenvolvimento das futuras gerações, devendo encarar com seriedade sua profissão e levando seus alunos a terem esclarecimentos e refletirem sobre a realidade em que vivem.
Inicialmente, durante o período que realizei a observação da prática docente, da disciplina na referida Escola, achei um pouco delicado e  difícil, pois de certa forma é constrangedor, você está dentro de um ambiente que não é seu, aliado ao fato do professor não gostar de ser observado, pois para muitos docentes, uma observação em sua sala, efetiva-se em uma vigilância, pois temem críticas sobre o seu trabalho.
Na sala de aula que realizei a observação, presenciei uma docente comprometida com o ensino, engajada em suas atividades e sempre buscando melhorias para seus alunos, procurando sempre desenvolver atividades condizentes com a realidade dos mesmos.
Observei alunos do 8° ano que,por sua vez  corresponde a 7 ° série . A classe era formada de adolescentes entre 14 a 16 anos, cada um com seu modo de assistir as aulas de seu ângulo,eram agitados,eférvicos, cheios de energia e a grande maioria indisciplinados, alguns despreocupados com o assunto e outros demonstrando interesse em assimilar os conteúdos explanados pela docente.


Ser professora de Língua Portuguesa é buscar sempre inovações. Deve-se ler, realizar comentários e correção dos textos produzidos pelos alunos e também das suas próprias dificuldades em atingir seus objetivos diante de plano de aula. Deste profissional depende uma grande quantidade de atividades para correção, sendo necessário também à escolha de uma seleção de critérios para correção dos textos, que podem ser usados somente pelo professor, ou também, pelos alunos. Nessa etapa, a escrita é bastante importante, já que é um processo de grande complexibilidade.
É necessário frisar que todos os profissionais de outras disciplinas têm a responsabilidade de trazer o aluno para as descobertas de suas habilidades e competências, esquecendo eles que todos são responsáveis por esta busca de conhecimento e fazer com que o aluno se descubra e expanda seus saberes. Mas, infelizmente, no último momento, todos crêem que somente o profissional da área de Língua Portuguesa é quem deve assumir as queixas e os problemas trazidos pela escrita nas produções textuais e em outras atividades correlacionadas.
Durante os dias que freqüentei as aulas da docente, presenciei atividades de produção textual como um processo de avaliação, através da revisão textual elaborada pelos alunos.
Segundo Koch, I.V,
A produção textual é uma atividade verbal, a serviço de fins sociais e, portanto, inserida em contextos mais complexos de atividades; trata-se de uma atividade consciente, criativa, que compreende o desenvolvimento de estratégias concretas de ação e a escolha de meios adequados à realização dos objetivos; isto é, trata-se de uma atividade intencional que o falante, de conformidade com as condições sob as quais o texto é produzido, empreende, tentando dar a entender seus propósitos ao destinatário através da manifestação verbal; é uma atividade interacional, visto que os inseridos, de maneiras diversas, se acham envolvidos na atividade de produção textual; (p.22).
A partir dessa afirmação, crendo que o trabalho com textos só terá uma grande fluência e desenvolvimento dependendo da concepção que as pessoas envolvidas no processo tem sobre a linguagem, defino claramente que o trabalho a ser realizado em sala de aula, exige uma interação entre todos. Na sala de aula observada, percebi que a docente tinha grande conhecimento sobre esse tipo de atividade, estando sempre perto do aluno quando este realizava a atividade de interação e fazendo com que os mesmos interagissem entre si, o que foi bastante significativo e importante.
A presença de outra pessoa naquele momento, na sala de aula, não trouxe constrangimentos para a turma nem para a docente, pois os alunos a questionavam a todo o tempo e ela esclarecia sempre com bastante segurança, o que é positivo, especificamente para o ensino de Língua Portuguesa.
Um fato bastante interessante e que me chamou a atenção é que atualmente se fala muito em inovação, mas a professora em questão utiliza ainda do método tradicionalista do ato de escrever, mas existia uma preocupação constante de explorar a expressão do pensamento do aluno tanto para a realização do texto escrito como na expressão oral. Em todas as etapas da atividade, a docente aproximou os seus alunos também do processo da escrita, que é imprescindível para que o texto do aluno retrate o ideal do seu imaginário.
É importante destacar que para trabalhar textos mais profundamente, realizando abordagens de maneira critica sem desfacelar sua estrutura ou o esquema produzido pelos alunos, deve ser colocado em prática, metodologias que tragam estratégias que o aluno não exclua o aluno do processo. Mesmo aqueles com mais deficiência em atividades textuais. Caso isso aconteça, o professor deve estar em alerta, dando sempre suporte para a melhoria, até porque a escrita e reescrita de uma produção textual é uma maneira de se avaliar o aluno e também o docente se auto avaliar, realizando reflexões de como a atividade foi executada e finalizada, tornando evidente também suas falhas.
Segundo Cipriano Luckesi,
“Na verdade, os alunos e professores poderiam encontrar na atividade de escrituração um espaço social de interlocuções, de respeito à opinião do outro de forma de expressão lingüística e de pontos de vista diversos. Isto também é avaliação e ao mesmo tempo auto-avaliação. A avaliação é um perguntar-se constante e consciente. É um pensar livre, mas crítico, que ajuda a pessoa do aluno a se situar como agente de sua aprendizagem, de forma responsável e dinâmica. “A definição mais comum adequada encontrada nos manuais, estipula que a avaliação é um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade, tendo em vista uma tomada de decisão” (1996: 33).
Quando falamos em Avaliação, entramos numa questão bastante delicada, mas de suma importância, por que no momento que nos predispomos a trabalhar com textos escritos por alunos e que serão avaliado pelo docente, alertamos para o fato de ser necessário por em prática um sentido amplo de cidadania, pois ao lermos o que o aluno escreveu e respeitar as idéias de seu imaginário, ajudando-o a desenvolver suas habilidades e competências, estamos executando seu desenvolvimento dentro da linguagem. Isso significa, certamente, corrigir os erros mais evidentes, mas, sobretudo perguntar o que o aluno quis dizer com aquilo que produziram, quais foram as suas intenções ao colocar no papel o texto proposto, e sabendo que mesmo sendo desgastante e estar atentando para o fato de que as atividades de produção textual não são transferidas para outros, pois sabemos que é bastante difícil escrever com clareza.
Na maioria das vezes, o momento de avaliação se torna um espaço de discussões, pois sempre traz polêmicas aos envolvidos no processo educacional, e na maioria das vezes não se torna muito fácil concordar com o processo avaliativo, no entanto na sala de aula observada, era realizada avaliação contínua das atividades lançadas diariamente em sala de aula, bem como as atividades extraclasse, que eram bem vindas por todos. “Geralmente os alunos sentem-se pessoalmente atingidos pelas críticas a seus textos, levando-os a uma recusa para discutí-los; muitos professores acham-se melhores escritores do que os alunos. Neste sentido, os alunos consideram-se desprestigiados, não acatados, por vezes, nem sequer ouvidos. Essa assimetria e desigualdade geram conflitos, sendo necessário ajustar expectativas de ambos os lados”. Nessa sala esse fato foi bastante positivo, pois não houve por parte dos alunos e do professor nenhum constrangimento em discutir as atividades propostas para a execução da avaliação das suas atividades.
CONSIDERAÇÕES FINAIS:Posso afirmar que a oportunidade que tive de assistir as aulas da docente em sala de aula foi de fundamental importância e engrandecimento para minha formação profissional. A observação das atitudes dos alunos em sala e a postura da professora diante das diversas situações, bem como o modo como ela explanava sua aula com os conteúdos planejados para o dia, com desprendimento e segurança, significou uma experiência positiva para meu aprendizado profissional. Assim, nós, enquanto profissionais de educação, devemos traçar objetivos para realização de uma prática pedagógica que venha atender as necessidades reais de nossos alunos.

Relação entre Escritores da liberdade e Irandé Antunes.


Para ter-se uma boa prática pedagógica é necessário ir além da gramática, deve apoiar-se em outros recursos.  Sejam, objetivos, programas de estudo e pesquisas ou escolha de atividades, considerando formas particulares para realizá-las e avaliá-las.
Uma prática eficiente deve estar fundamentada num corpo, princípios teóricos, sólidos e objetivos. Sem descartar a individualidade de cada ser.
“Bons professores, como aranha, sabem que lições, essas teias de palavras não podem ser tecidas no vazio. Elas precisam de fundamentos” [...]. (Rubem Alves, 2001:19)
Baseado nos princípios de prática pedagógica de Irandé Antunes relacionamos com o filme Escritores da Liberdade aplicação de métodos usados pela professora de inglês que fez a diferença em uma escola toda contra ela. Movida pelo amor a profissão e o respeito ao próximo, marca a vida dos seus alunos. Enxergou as particularidades da sua turma, pagou um preço para vê-los crescer, não se limitou a sala de aula, incentivou-os a leitura e a escrita, usando como artifício um diário onde poderiam contar sua própria história.
Atitudes simples e inovadas trouxeram aos alunos oportunidades de serem incluídos numa sociedade cultural que lhes proporcionassem uma educação de qualidade. Dedicou-se totalmente aos alunos tornando-se um eixo norteador que os motivava a buscarem mudanças em suas vidas.
Por fim, a educação deve ser utilizada como mecanismo de transformação individual e comunitária, onde haja interação entre professor, aluno, escola e sociedade.


UNIVERSIDADE ESTADUAL DA BAHIA CAMPUS XVI
DOCENTE – KÁTIA LEITE
DISCENTES – DÁFNE, DEISIANE, GLAUCIVONE, NELCIMARE, SOLANGE, ZULENE
DISCIPLINA- PRÁTICA PEDAGÓGICA II

sábado, 3 de setembro de 2011

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